As fintechs estão mudando um cenário até então dominado por instituições financeiras tradicionais, dando mais poder ao empreendedor.

Mais soluções de crédito no mercado dão ao empresário autonomia na hora de escolher a melhor maneira de investir no seu próprio negócio. A existência do livre mercado é uma ótima opção para ajudar o consumidor a melhorar suas escolhas.

Até hoje, os maiores especialistas no mundo em juros e riscos sempre foram os bancos, ou, de uma maneira mais ampla, aqueles que financiam o crédito. Quase 85% dos empréstimos realizados no Brasil foram concedidos pelos cinco maiores bancos, segundo uma matéria do Portal Uol. Esse número mostra a grande concentração que ainda existe do crédito pelos meios financeiros tradicionais.

Emprestar dinheiro é um risco diário com o qual os financiadores vivem desde o início da civilização. Com o decorrer do tempo, as avaliações deste risco tornaram-se mais precisas e sofisticadas, principalmente por causa do avanço da tecnologia e dos mecanismos de predições.

Esta avaliação pode levar em consideração duas variáveis: o negócio em si (administração, sazonalidade, fracasso etc.) e o tomador, que pode simplesmente não pagar o empréstimo.

Recuperar o crédito inadimplente leva tempo, custa dinheiro e nem sempre traz a recuperação da dívida. Por conta disso, a diferença entre a taxa que as instituições financeiras captam dinheiro e a taxa que elas cobram ao emprestar dinheiro, simplificadamente chamada de spread bancário, é tão alta. O spread brasileiro só não é maior do que o praticado em Madagascar.

Como as fintechs desburocratizam o mercado de crédito? 

O uso intensivo da tecnologia, uma das principais características das fintechs, que nada mais são do que startups que prestam serviços financeiros, permite que o segmento derrube as barreiras que dificultam a entrada das pequenas empresas no mercado de crédito.

É o caso da BizCapital, empresa que concede crédito para pequenas e médias empresas. “Dar acesso ao crédito aos pequenos empreendedores é o que nos impulsiona. Sabemos que as PMEs encontram muita dificuldade na hora de conseguirem capital externo para investirem no crescimento dos seus negócios. Antes esses empresários não tinham muitas alternativas, mas as fintechs estão mudando esse cenário”, é o que afirma Francisco Ferreira, sócio-fundador da Biz.

Por serem menos burocráticas, as fintechs acabam tornando o processo de empréstimo mais ágil. Democratizar o mercado de crédito, aumentar a sua abrangência e ainda ser mais veloz são grandes facilitadores e impulsionadores para a economia e para as PMEs.

“Esse empreendedor, principalmente o pequeno empresário, é muito focado nas operações do negócio. Muitas vezes ele está na linha de frente, colocando a mão na massa. E quando ele deixa de lado esse trabalho para resolver algo burocrático, acaba perdendo o seu foco. A Biz vem para facilitar a vida dele. Ele só precisa de internet e um celular para pedir o empréstimo”, conta Francisco.

Vantagens para os pequenos empreendedores

  • É rápido

Um dia é o tempo que leva para as empresas conseguirem capital externo para se desenvolverem. É o que promete a fintech para seus clientes. Um facilitador importante do processo é a documentação. Quanto mais organizada a empresa estiver, mais rápida será a entrada do dinheiro na conta da instituição.

Antes da oferta de crédito, a empresa interessada passa por uma análise para a aprovação desse crédito. Vale lembrar que, pelos processos serem automatizados, todo esse fluxo acontece de maneira mais rápida.

  • É fácil

Aquele tempo em que as pessoas precisavam chegar cedo para falar com gerentes, enfrentar filas e ir aos cartórios ficou para trás. Hoje, com toda a tecnologia disponível, muitos processos, que antes eram bem complicados, se tornaram mais acessíveis.

A internet definitivamente aproximou pessoas (consumidores/clientes) e empresas, e os dispositivos móveis fizeram deste “casamento” uma realidade. Todo mundo tem um celular em mãos que é capaz de fazer tudo na mesma hora.

E no mercado financeiro também não é diferente. Para se ter um exemplo disso, o número de bancos digitais no Brasil cresceu 147% entre os anos de 2017 e 2018, segundo a pesquisa encomendada em 2019 pelo boostLAB, o hub de negócios de BTG Pactual para empresas de tech. Nessa mesma pesquisa, 49% dos participantes apontaram a vantagem de resolver tudo pelo celular, sem burocracias, como um dos pontos mais positivos dos bancos digitais.

  • É seguro

O crédito permite construir o presente às custas do futuro, baseando-se no pressuposto de que os recursos futuros serão muito mais abundantes do que os recursos presentes. Se os empreendedores puderem construir coisas no presente usando receitas futuras, abre-se uma série de novas oportunidades para muita gente.

Para esse ciclo de prosperidade acontecer, é preciso confiança. Crédito é sinônimo de confiança.

Ainda que o universo das fintechs seja muito novo para os empreendedores brasileiros, eles já estão se acostumando com as mudanças que o avanço da tecnologia traz e aprendendo a lidar com os desafios. Confiar seus dados a essas “novas” empresas é um deles.

De acordo com a BizCapital, mais de R$ 20 bilhões de pedidos de empréstimo já foram feitos na plataforma e mais de 6 mil empréstimos foram concedidos.

Cada vez mais os empreendedores estão acreditando nas fintechs de crédito e, da mesma forma, esses “novos” financiadores estão mais confiantes nos tomadores.

60% das empresas que tomaram crédito com a BizCapital, desde que ela foi fundada, cresceram. Será que essa não é a oportunidade que os pequenos empreendedores brasileiros estavam precisando? Agora as coisas estão mais simples e ao alcance de um clique.

Esse texto foi escrito em parceria com o time da BizCapital, fintech que concede empréstimo para pequenas e médias empresas.

322 Shares:
Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Você também pode gostar